#TodosJuntosContraoCoronavírus


Em todas as unidades de saúde sob nossa administração, reforçamos protocolos internos e estamos implementando, de forma integrada, ações informativas e preventivas para enfrentamento de possíveis adversidades decorrentes da disseminação do novo coronavírus. São medidas assistenciais, operacionais, administrativas, financeiras e de comunicação em benefício dos nossos pacientes, dos usuários das unidades e dos nossos colaboradores, alinhadas às determinações dos órgãos oficiais e das Secretarias Estaduais de Saúde.

CUIDADO COM AS FAKE NEWS


Medidas de saúde não certificadas podem ser prejudiciais à sua saúde e gerar pânico. Confie nas informações passadas por fontes oficiais, como as Secretarias de Estado de Saúde e o Ministério da Saúde. Confira alguns links úteis:

CORONAVÍRUS/TIRE SUAS DÚVIDAS - MINISTÉRIO DA SAÚDE:
https://coronavirus.saude.gov.br/

GUIA DE PREVENÇÃO SOBRE O CORONAVÍRUS SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DE SÃO PAULO:
http://saopaulo.sp.gov.br/coronavirus/?utm_source=site&utm_medium=banner&utm_campaign=coronavirus-acoes-sp&utm_content=Coronav%C3%ADrus%20-%20A%C3%A7%C3%B5es%20do%20Governo%20de%20SP

BOLETIM CORONAVÍRUS SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO:
https://www.saude.rj.gov.br/noticias/2020/03/boletim-coronavirus-1803-49-casos-confirmados-no-rj

CORONAVÍRUS/TIRE SUAS DÚVIDAS SECETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DE GOIÁS:
http://www.saude.go.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&layout=edit&id=9895

SAIBA MAIS SOBRE O NOVO CORONAVÍRUS


Conhecidos desde meados de 1960, os coronavírus costumam causar doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum. Contudo, alguns podem causar doenças graves com impacto em termos de saúde pública, como o que está sendo transmitido agora. Trata-se de uma família de vírus que já circula no Brasil há vários anos e causa distúrbios respiratórios. Recentemente foi descoberto um novo tipo, SARS -Cov-2 que causa a Covid 19 que é uma doença infecciosa e altamente contagiosa. O surto se iniciou na China na cidade de Wuhan em dezembro de 2019.
Os sintomas clínicos são principalmente respiratórios, semelhantes aos de um resfriado. Os mais comuns são coriza, tosse, congestão nasal, cansaço, dor de garganta, dor no corpo e diarreia, mas em casos mais graves pode ocorrer febre alta, pneumonia e insuficiência respiratória. Estes sintomas podem aparecer entre 1 e 14 dias após a exposição ao vírus. Algumas pessoas também podem ser assintomáticas, o que torna o contágio ainda mais facilitado.
Idosos e pessoas com problemas cardíacos, diabéticos, hipertensos, asmáticos e bronquíticos, pessoas em tratamento de câncer ou com disfunções imunológicas. Recentemente, o Ministério da Saúde colocou as grávidas e puérperas (mães de recém-nascidos com até 45 dias de vida) no grupo de risco para o novo coronavírus. Apesar de não haver estudos suficientes comprovando que elas seriam mais vulneráveis, o órgão decidiu redobrar a atenção com essa população, como forma de precaução.
O novo coronavírus é similar aos vírus da gripe, mas tem se mostrado altamente contagioso e com alto poder de agressividade à saúde de idosos e pessoas com problemas cardíacos, diabéticos, hipertensos, asmáticos e bronquíticos, em tratamento de câncer ou com disfunções imunológicas.
O vírus causador da Covid-19 pode se propagar por meio de gotículas do nariz ou da boca via tosse, espirro ou por secreções expelidas pela boca quando falamos. Essas gotículas são lançadas e podem se projetar até 1,5 metro e atingir qualquer um. Portanto, o ideal é mantermos uma distância de dois metros nas situações de conversas, filas e outros. O vírus também pode ser transmitido pelo contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão com pessoa infectada ou, ainda, pelo contato com objetos ou superfícies contaminadas, copos, talheres, louças, escovas de dentes, alimentos e outros, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos. O vírus geralmente é introduzido no organismo pelas mucosas.


Por Dr. José Maria Orlando , Diretor Técnico do Instituto Sócrates Guanaes / CRM SP 37019


A PREVENÇÃO É O REMÉDIO.
SIGA AS DICAS E PROTEJA A SI E A TODOS.




ORIENTAÇÕES PARA GRÁVIDAS


Ainda não há nenhuma comprovação de que o coronavírus seja transmitido da mãe para o filho durante a gravidez ou parto.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a amamentação deve ser mantida, pois não há comprovação de que o vírus possa ser transmitido pelo leite e a amamentação oferece muitos benefícios para o bebê. No momento da amamentação, no entanto, a mãe deve utilizar máscaras de proteção e fazer a higiene das mãos sempre que for tocar no bebê. Caso a mãe não esteja se sentindo bem, ou fique insegura durante a amamentação devido ao coronavírus, existe ainda a possibilidade do leite ser ordenhado e ofertado ao recém-nascido.
Segundo o Ministério da Saúde, as gestantes e puérperas são mais vulneráveis a infecções e, por isso, foram incluídas no grupo de risco para o novo coronavírus, embora ainda não haja um estudo específico conclusivo. Portanto, os cuidados com gestantes e puérperas devem ser rigorosos e contínuos, independentemente do histórico clínico das pacientes.
Até o momento não há qualquer indicação que bebês sejam mais suscetíveis ao vírus.
Ainda não existe um medicamento específico para este vírus. Portanto, a automedicação deve ser evitada, sobretudo na gravidez ou para recém-nascidos. Um médico sempre deve ser consultado.
Lavar as mãos frequentemente ou usar o álcool gel; evitar levar as mãos aos olhos, nariz e boca; após tossir ou espirrar, lave as mãos e cubra a boca com o cotovelo; evite contato com pessoas que apresentam infecções respiratórias e evite locais fechados com aglomeração de pessoas. E lembre-se: se precisar sair, use máscara. Se puder, fique em casa.




Vamos nos unir para combater o avanço do novo coronavírus.

#TodosJuntosContraoCoronavírus
#CuidareSalvarVidas