Heal inicia parceria com HUAP para coleta, armazenamento e processamento de leite humano.

29 de NOVEMBRO de 2017

Por Olenka Lasevitch

Nesta segunda-feira, 27 de novembro, um grupo de profissionais do complexo materno infantil do Azevedo Lima participou de um curso de capacitação profissional com a Nutricionista do Banco de Leite Humano do Hospital Universitário Antônio Pedro (HAUP), Fernanda de Oliveira Lopes. Entre os temas abordados, estiveram a importância de se observar corretamente a questão da extração, estocagem, transporte e processamento do leite humano, que são fundamentais para garantir a segurança do produto. “O leite materno é de graça, já está pronto e na temperatura ideal para ser oferecido ao bebê”, ressaltou Fernanda, lembrando-se da importância da ingesta pelo bebê que, além de reduzir a possibilidade de males  como  infecções, obesidade, ainda  facilita a digestão, diminuindo a chance do bebê sofrer com enjoos e cólicas, oferece fatores de crescimento e anticorpos, o que garante sua proteção. A equipe de profissionais que participou do treinamento recebeu, ainda, informações sobre técnicas para retirada do leite materno, a composição desde o colostro até o leite maduro e questões ainda mais técnicas, como o oferecimento do produto para recém-natos com alergias ou intolerância à lactose, entre outros.

“Este curso foi uma das etapas para colocarmos em funcionamento a sala de coleta de leite humano do Azevedo Lima. Após o adequado recolhimento, o leite será encaminhado ao Banco deleite Humano (BLH) do HUAP para ser pasteurizado e depois parte dele retornará ao Azevedo Lima para ser oferecido aos recém-nascidos como, por exemplo, os prematuros da Unidade de Internação e Unidade de Terapia Intensiva Neonatal”, explica a Coordenadora de Enfermagem da Maternidade, Vanessa Oliveira. Para as Técnicas de Enfermagem, Ana Maria Oliveira e Sandra Paiva, que participaram do evento, ter a sala de coleta funcionando fará muita diferença e para isso o curso foi uma grande oportunidade. “Trabalho aqui há 14 anos, mas nem sempre houve esse incentivo e conscientização às mães sobre o leite materno”, explica Ana Maria. “As mães gostam que a gente oriente, que tire dúvidas. É um trabalho bonito este que estamos fazendo”, finaliza Sandra Paiva, que há 19 anos trabalha para o Azevedo Lima.




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