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Diagnóstico de Morte Encefálica é tema de palestra no HRSJC

06 de JUNHO de 2019

O diagnóstico de morte encefálica é um processo cuidadoso e preciso, que envolve desde o acolhimento familiar à constatação final de que o paciente está morto. Pensando nisso, a Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do Hospital Regional de São José dos Campos “Dr. Rubens Savastano” (HRSJC) organizou, dia 4 de junho, uma palestra para médicos e profissionais da assistência, com o neurologista Luiz Antonio Sardinha, coordenador da Organização de Procura de Órgãos (OPO), do Hospital das Clínicas da Unicamp, referência em transplantes no estado de São Paulo. Durante o encontro, foi aberto um momento de discussão de diversas situações, em que puderam tirar dúvidas e contribuir para o aprendizado de todos.

A morte encefálica acontece geralmente em vítimas de traumatismo craniano ou Acidente Vascular Cerebral (AVC), que tem suas atividades cerebrais completamente nulas, causadas pelo bloqueio da irrigação sanguínea no cérebro – fato irreversível. O diagnóstico é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina, que determina que dois médicos, de diferentes áreas, examinem o paciente, sempre com a comprovação de um exame complementar.

Para ser doador, não é necessário deixar um documento assinado. Basta apenas informar à família o desejo de doar e, quando constatada morte encefálica, um familiar informa à equipe e autoriza a doação. Só assim pode ser feita a captação.

O Brasil possui o maior sistema público de transplantes do mundo. Atualmente, cerca de 96% dos procedimentos de todo o país são financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).






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