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Ferramenta contribui para a prevenção e controle de infecção

01 de FEVEREIRO de 2019

A segurança do paciente está entre as prioridades nas unidades geridas pelo Instituto Sócrates Guanaes. Por isso, o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do Hospital Regional Jorge Rossmann, em Itanhaém, contará com uma ferramenta importante para gerenciar o processo de vigilância epidemiológica.

Implantado no Centro Cirúrgico e nas unidades de tratamento intensivo, o software Hepic (Hospital Epi​demiologic Control) agilizará o controle de informações nos seguintes conjuntos de práticas de enfermagem: pneumonia associada à ventilação; manutenção e passagem de cateter venoso central; boas práticas e manutenção da sondagem vesical.

A iniciativa tem o objetivo de diminuir o risco de infecção hospitalar e racionalizar o uso dos antimicrobianos, melhorando a assistência ao paciente, uma vez que os indicadores serão padronizados e a comunicação mais rápida.

Para conhecer o sistema, a equipe do SCIH e outros 40 profissionais, entre fisioterapeutas e enfermeiros, receberam treinamento para fazer a inserção dos dados relacionados a cada paciente, que antes era realizada manualmente.

Para a coordenadora de enfermagem da UTI Neonatal, Melissa Rosa de Moraes Rodrigues, além de facilitar a coleta de informações, o sistema ajudará a identificar pontos de melhoria. “Será possível avaliar se as equipes estão aplicando corretamente os procedimentos, assim como acompanhar em tempo real se as ações estão contribuindo de fato para diminuir as infecções”.

Segundo a Dra. Gláucia Resende, médica do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do HRJR, o sistema é bem completo e possibilita concentrar informações, como tempo de uso de antibiótico e passagem adequada de dispositivos, evitando contaminação e oferecendo mais qualidade no atendimento ao paciente. “O programa está sendo integrado a outros sistemas do hospital, o que possibilitará maior controle visando à geração de gráficos comparativos da quantidade e sítio da infecção entre períodos, especialidades, setores, existência de bactérias, prevalência e perfil de sensibilidade”, explicou.

Treinamento da equipe do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH)




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